InfoprodutoresDe 9,78% para 18,86% de abertura em 60 dias.
Tiago Tessmann quase dobrou a taxa de abertura e recuperou 250 mil contatos engajados em 60 dias, mesmo operando 2,4 milhões de envios por mês.
Luana Carolina triplicou a taxa de abertura e multiplicou as aberturas absolutas em menos de 2 meses com o Email Intelligence, enquanto dobrava o volume de envios.
182%
na taxa de abertura
5,1x
mais aberturas absolutas
3,9x
mais cliques
A Luana Carolina é infoprodutora e mantém uma operação de relacionamento por e-mail com sua audiência via ActiveCampaign. Sua newsletter semanal é o canal principal de conexão com sua base e o ponto de partida das campanhas de venda dos produtos.
Quando a Luana procurou a Inbox, sua base no ActiveCampaign tinha aproximadamente 104 mil contatos e suas newsletters semanais saíam para a base inteira, sem segmentação. O resultado se repetia campanha após campanha. Taxa de abertura média de 7,49% entre as News 102 e 105. Cliques abaixo de 0,4%.
Mais de 40 mil contatos da base estavam altamente desengajados ou sem qualquer interação registrada. Recebiam todos os e-mails, todas as semanas, mesmo sem nunca abrir. Diluíam as métricas, consumiam volume de envio pago e potencialmente prejudicavam a reputação do remetente perante os provedores.
O diagnóstico era claro, mas sem visibilidade individual de cada contato, não havia como agir. A ActiveCampaign mostrava o desempenho da campanha. Não mostrava o comportamento do contato.
A instalação do Email Intelligence aconteceu em 30 de janeiro de 2026 e o onboarding em 2 de fevereiro. A decisão estratégica do começo foi não atacar tudo de uma vez. Em vez disso, optamos por um ciclo de testes progressivos. Cada fase respondia a uma pergunta diferente e cada resposta calibrava a fase seguinte. O objetivo era descobrir como a base se comportava antes de decidir como tratá-la.
Antes de mexer em qualquer envio, era preciso entender o comportamento real da base. Nas duas semanas seguintes à instalação, segmentamos as newsletters por nível de engajamento. Altamente Engajado, Moderadamente Engajado, Levemente Engajado, três níveis de Desengajado, Sem Interação e Não Definido. Cada segmento recebeu envios separados.
Os números confirmaram a hipótese e revelaram a magnitude do problema. Os contatos Altamente Engajados abriam entre 19% e 44% das mensagens. Os Sem Interação, entre 1,5% e 2%. Estavam todos recebendo o mesmo e-mail no mesmo dia, e a média final era diluída para os 7% históricos.
Com o mapeamento em mãos, a primeira ação foi parar de enviar para o segmento Sem Interação. A próxima newsletter foi disparada sem ele. O segmento Altamente Engajado, que antes ficava em torno de 19% a 44%, saltou para 48,26% de abertura. Foi a maior taxa do período inteiro.
A tentação seguinte foi reativar os contatos inativos que ainda estavam dentro dos segmentos engajados. Testamos. As aberturas vieram em 21% a 36%, números aceitáveis. Mas o bounce ficou entre 4% e 8%, e o unsub entre 3% e 5%, números altos que tocavam diretamente a reputação do domínio.
A conclusão prática: reativação funciona, mas tem custo. Não pode ser ação contínua. Precisa ser calibrada, isolada e monitorada.
Com a base mais limpa, vieram dois testes para entender melhor as nuances de quem ainda estava na lista.
O primeiro testou o envio preditivo da ActiveCampaign contra o envio em horário fixo. Em 112 mil envios, metade saiu às 16h e metade pelo algoritmo preditivo da AC. O horário fixo venceu por 1,33 ponto percentual, 19,72% contra 18,39%. Diferença pequena por campanha, milhares de aberturas por mês no acumulado. A funcionalidade preditiva foi descartada da estratégia.
O segundo testou a granularidade temporal dos desengajados. Levemente e Moderadamente Desengajados foram divididos em quatro janelas: 30 dias, 60 dias, 120 dias e mais de 120 dias sem interação. Os de 30 dias ainda abriam entre 13% e 16%. Acima de 60 dias, despencavam. Acima de 120 dias, abriam menos de 2,2%. A decisão foi parar de enviar para esse último grupo. Continuar disparando para eles era queimar reputação por nada.
Com a base segmentada e calibrada, as campanhas mudaram de natureza. Quatro rodadas de campanhas de venda foram disparadas, direcionadas aos segmentos engajados. O resultado consolidou a tese das fases anteriores. Foram 10 vendas diretas. Cem por cento vieram dos segmentos engajados. Zero dos desengajados.
A leitura é simples: segmentação não serve só para subir taxa de abertura. Serve para vender melhor para quem está disposto a comprar.
Em janeiro, antes do Email Intelligence, a Luana enviava todas as newsletters para a base inteira e obtinha taxa de abertura média de 7,49%. Em março, com a base segmentada e a estratégia de envio calibrada, a taxa subiu para 21,12%. Uma evolução de +182% em dois meses.
O efeito composto foi ainda mais expressivo no volume. As aberturas absolutas cresceram de 33,9 mil para 174,2 mil por mês, um aumento de 5,1 vezes. Os cliques saíram de 1,3 mil para 5,1 mil, quase quatro vezes mais. E tudo isso aconteceu enquanto o volume total de envios mais que dobrou, passando de 382 mil para 830 mil disparos mensais.
A leitura honesta desse resultado é que o volume de envio cresceu junto com a abertura, e isso não é coincidência. O Email Intelligence permitiu enviar mais para quem engaja e parar de gastar disparo com quem não abre há meses. A base é a mesma. O comportamento de envio mudou.
As campanhas de venda confirmaram o padrão. Foram quatro rodadas, totalizando 10 vendas diretas. Cem por cento das vendas vieram dos segmentos engajados. Zero dos desengajados. Não é uma surpresa absoluta, mas é uma confirmação empírica do óbvio que ninguém estava conseguindo medir antes.
A Luana começou com 104 mil contatos e 7% de abertura. O Email Intelligence está em beta gratuito agora. Mesma instalação. Mesmo processo.
Gratuito. Sem cartão. Sem compromisso.
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